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Criança de três anos é esquecida em van escolar   - 02/07/2010

Menina de apenas três anos foi esquecida dentro de van escolar no início da noite de ontem. Após uma hora de atraso do motorista do veículo para deixar a criança em casa, a mãe notou a demora e foi até a residência dele, localizada na rua Pernambuco, no bairro Santa Maria. Ao chegar lá, viu a van estacionada com sua filha dentro e chamou a Polícia Militar (PM), que ao chegar ao local arrombou a janela do veículo.
A mãe da criança, que a aguardava em casa como todos os dias por volta das 18h, deu uma pista de que a situação já poderia ocorrer. "O motorista sempre atrasava para buscá-la às 7h e para deixá-la em casa às 18h. Hoje, quando deu 19h fui até a casa dele, já que o mesmo não atendia ao telefone. Minha filha estava lá na van, deitada no banco de trás dormindo e acordou quando me viu. A PM chegou e arrombou a janela. O motorista chegou andando até sua residência e foi preso pela PM", relatou a mãe, Nayara Porto.
Além de o ocorrido ter gerado indignação à mãe, a avó também estava inconformada. "Isso é um absurdo. Como ele pode ter esquecido a minha neta lá dentro?", questionou Eva Porto.
Edcarlos Dorneles, sargento da PM, foi quem arrombou a janela da van, às 19h35. Até ele se mostrou surpreso com a situação. "Esta é a primeira ocorrência que vejo em minha carreira. Agora, vou encaminhá-lo à delegacia", disse o sargento.
O motorista Altino Augusto Portirio Ferreira, acusado por abandono de incapaz, disse que se esqueceu de levar a criança em casa. "Eu sempre levo duas meninas ao bairro Universitário. Uma delas não foi nesta noite. Acabei esquecendo a outra", afirmou Altino.

Abandono de incapaz - É punível com detenção de seis meses a três anos. Se do abandono resulta lesão corporal de natureza grave, a pena é aumentada com reclusão de um a cinco anos. Se resulta a morte, pena de reclusão de quatro a 12 anos. As penas podem ser aumentadas em um terço se o abandono ocorre em lugar ermo, se o agente é ascendente ou descendente, cônjuge, irmão, tutor ou curador da vítima.


Rodolfo Natálio

Fonte: Jornal de Uberaba

   
 
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