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Umas das coisas de bom que a UJE me proporcionou e que ficará como bagagem pro resto da VIDA, foi a possibilidade de conhecer o BRASIL, já viajei e até residi por várias regiões, dentre elas a NORTE.
O Pará é um ESTADO lindo, com uma população maravilhosa, mas quando nos afastamos da capital Belém, conhecemos um estado com problemas seríssimos com EDUCAÇÃO, PRESERVAÇÃO AMBIENTAL e APLICAÇÃO DAS LEIS. Realmente, em algumas regiões daquele estado a LEI é a da pólvora e as relações com o civismo são diferentes as que estamos acostumados.
É outra dimensão que convive paralelamente com o Estado instituído, pela simples má vontade dos políticos quererem o desenvolvimento do estado como um todo. - Talvez daí, surja a resposta para o questionamento feito pelo título desta reflexão.
Dividir o PARÁ não fará que da noite pro dia, surjam agentes políticos que queiram ou sejam capacitados para o desenvolvimento dos novos estados, na verdade, caso os novos dois estados, TAPAJÓS e CARAJÁS sejam criados, eles serão nada mais do que uma zona confortável para que velhas lideranças políticas, que são na prática oligarquia que ganharão sobre vida e espaços para seus familiares e sócios prosperem com os crimes já praticados em abundancia por lá, tais como, a pedofilia, o trabalho escravo, a extração clandestina de minérios, a derrubada da floresta amazônica (Pará e Mato Grosso lideram a devastação da floresta no Brasil), tráfico de drogas, assassinatos para apropriação e grilagem de terras e dentre tantas barbudias.
Mas o destino daquele estado está democraticamente nas mãos do seu POVO, que em sua maioria sabe rabiscar letras, mas não compreende-las, sendo assim, escravos das ignorâncias físicas e educacionais imposta por gerações, pelos governantes que lucram com aquela pobreza e miséria humana.
Ficaremos atentos, e esperamos que nossos irmãos paraenses tomem a melhor decisão para seu futuro!
Sempre unidos,
José Tiago de Castro
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